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Risco do fundo

Baixo Risco

Risco do fundo A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

22/06/2023

Taxa de Administração

0.34% a.a.

Taxa de Performance

20.0% do que exceder 100% CDI

Patrimônio Líquido

R$ 295.1 Mi

PL Médio (12 meses)

R$ 141.6 Mi

Prazo de Resgate

D+0 (úteis) e D+1 (úteis)

Cotação de mercado

Confira o histórico de rentabilidade do fundo

Desde o início
  • Desde o início
  • 12 meses
  • 24 meses
  • 36 meses

Data de referência: 08/2026

Total2023202420252026Início
Fundo7,81%11,55%14,83%9,17%50,75%
CDI6,47%10,87%14,31%8,14%47,54%
% CDI120,73%106,17%103,60%98,27%106,77%

Características

Fundo de Crédito Privado, investindo no mercado local via Debêntures de empresas de capital aberto e Letras Financeiras.

Uma forma de investir em títulos de dívida de grandes empresas brasileiras, buscando remuneração acima do CDI com alta qualidade de crédito.

Alta Qualidade de Crédito

Investimentos em dívidas de grandes empresas financeiramente sólidas. A carteira é composta por companhias líderes de mercado, incluindo empresas com forte posição competitiva, bancos de primeira linha e monopólios naturais.

Escala e ampla visão do mercado

Com mais de R$ 50 bilhões em crédito, a Kinea está posicionada para acessar as melhores oportunidades no mercado de crédito privado. Além disso, contamos com um time plural, através da expertise de nossas equipes de multimercado, ações, agronegócios, infraestrutura e imobiliário, que permite uma visão abrangente e profunda do mercado, além de aprimorar nossa diligência de crédito.

Processo de Investimento Seguro e Diligente

A Kinea acompanha as operações regularmente, atuando para preservar o capital do cliente. Toda decisão de investimento passa por aprovação em comitê composto pelo gestor do fundo, os CEO e CFO da Kinea, e o CIO dos fundos multimercados.

 

Palavra do Gestor

Data de referência: 08/2026

Kinea CP Institucional

Nos EUA, a novidade do mês foi a inquietação do Tesouro Americano frente ao aumento dos juros longos, com anúncio de recompras da parte longa da curva. Mas a abertura encaixa bem com os fundamentos em ambiente de crescimento elevado, juros globais mais altos e muitas emissões de títulos corporativos relacionadas à inteligência artificial, cuja demanda tem competido de forma relevante com os títulos emitidos pelo governo americano. Na ponta mais curta dos juros, o banco central continua ganhando algum tempo diante de dados mais benignos que não demandam altas iminentes, embora a economia siga sólida e a inflação acima da meta. Assim, os juros terminam o mês em queda, com o dólar se enfraquecendo, enquanto a bolsa teve alta relevante. Na Europa, julgamos que o banco central vai optar pela calma e entregar apenas mais uma alta de juros este ano. Um risco é a aceleração nos preços de gás natural, à medida que o inverno se aproxima, o que tem trazido aumento de juros de mercado no continente. Além disso, o risco fiscal-político na França volta a ser discutido no contexto das eleições de 2027, pesando também na parte longa da curva de juros. Já na China, dados mais fracos de atividade trouxeram um discurso governamental mais estimulativo, mas as eventuais medidas práticas devem se limitar a evitar desaceleração muito abaixo da meta de PIB.

No Brasil, no campo econômico, seguimos tendo surpresas baixistas tanto para atividade quanto para inflação, com o impulso fiscal do governo se mostrando menor que o esperado e o endividamento das famílias pesando no consumo. No campo fiscal, o governo surpreendeu positivamente com medidas de economia para 2027. No campo político, o principal candidato da oposição melhorou nas pesquisas e, diferente do que costuma acontecer após inícios de campanhas, a popularidade do governo ainda não subiu. Reiteramos que acreditamos que a eleição deve ser mais disputada do que vinha aparentando. Neste ambiente de sinais divergentes, o real se desvalorizou frente a pares emergentes, enquanto os juros nominais ficaram de lado e a bolsa teve uma leve queda.

Em crédito privado local, o Índice de Debêntures da Anbima (IDA-DI) terminou o mês com abertura de 2 bps, mas com fechamento de 1 bp em seu subcomponente High-Grade e 2 bps em Mid-Yield, de forma que toda a abertura se concentrou no subíndice High-Yield, que abriu +18 bps. O aumento de spreads em HY foi essencialmente causado pela abertura dos spreads dos papéis de Hapvida. Observamos que HG e MY já retornaram aos patamares de spread pré-crise, portanto não esperamos movimentos muito relevantes de fechamento adicional. Entretanto, em HY os spreads ainda estão bastante deslocados, com retracement de apenas 31% desde o pico de spreads em abril deste ano, e acreditamos que há várias oportunidades para seleção criteriosa de emissores deste subíndice. Olhando para frente, apesar dos spreads médios mais baixos, seguimos otimistas com a classe de ativos por alguns motivos: apesar de resgates leves nos últimos dois meses, a indústria de fundos de crédito privado se desalocou recentemente devido ao descasamento entre volume de amortizações de papéis em carteira e a emissão de novas debêntures, a qualidade de crédito dos emissores segue na média histórica dos últimos 15 anos, apesar das dificuldades da economia brasileira, e o valuation ainda segue bastante atrativo na porção HY do mercado.



No mês, os principais destaques de performance foram as debêntures de Eletrobras e Localiza. Em termos de movimentação da carteira, realizamos compras de títulos de Smartfit e Cielo, aproveitando oportunidades de investimento compatíveis com a estratégia e horizonte de longo prazo do fundo.

Data ref. Janeiro/26

Equipe

Ivan Fernandes

Head de Crédito Privado

Foto Ivan Fernandes

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY). Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Aline Soares

Analista de Crédito Privado

Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

André Diniz

Sócio e Economista-Chefe

Foto André Diniz

André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.

Caio Montes

Ciência de Dados

Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Daniela Lima

Economia Brasil

Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.

Guilherme Bassani

Trader

Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Gustavo Aleixo

Sócio e Head de Pesquisa

Gustavo juntou-se à Kinea em setembro de 2007. É o gestor responsável pela área de Pesquisa. Anteriormente, trabalhou no Banco Itaú e no BankBoston Asset Management como gestor de fundos multimercados, possuindo mais de 15 anos de experiência em gestão tradicional e sistemática de ativos. Professor do MBA em Derivativos da BM&F de 1998 a 2012 nos cursos de opções, econometria e modelagem. Gustavo é graduado em economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP) com mestrado em Teoria Econômica pela mesma instituição. Ganhador dos prêmios de desempenho acadêmico e melhor monografia na graduação e vencedor do prêmio BM&F de teses de 2000.

Gustavo Utsunomiya Muniz

Analista de Crédito Privado

João Vitor Melo

Analista de Crédito Privado

João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Ligia Schwarz

Head de Research

Ligia ingressou na Kinea em janeiro de 2025 para atuar no time de Crédito Privado.

Moises Goes

Analista de Crédito Privado

Rafael Koji

Analista de Crédito Privado

Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Rodrigo Zobaran

Sócio e Head de Pesquisa Quantitativa

Foto Rodrigo Zobaran

Rodrigo é Engenheiro Elétrico pela Escola Politécnica da USP. Entrou na Kinea em 2018, e hoje coordena as iniciativas de infraestrutura de inteligência artificial da empresa. É CFA Charterholder, e certificado como Financial Data Professional pela CAIA.

Informações básicas

Início do Fundo

22/06/2023

Administrador

INTRAG DTVM LTDA.

Gestor

KINEA INVESTIMENTOS LTDA.

Taxa de Administração

0.34% a.a.

Taxa de Performance

20.0% do que exceder 100% CDI

Tipo de Investidor

Qualificado

Benchmark

CDI

Cota Resgate

D+0

Pagamento Resgate

D+1

CNPJ

50.326.147/0001-44

ID Subclasse

Documentos

Sumário

1/2026

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One Page

1/2026

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Carta do Gestor

1/2026

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Regulamento

11/2025

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